Visitando Petrópolis de forma inusitada

Após quase 5 semanas confinado,saindo apenas para caminhar dentro do condomínio ,onde resido,resolvo fazer um dia de desconfinamento em Petrópolis.A ideia é buscar uma visita de um dia não convencional,que me permita unir cultura,lazer,natureza e glamour.

Saio às 07 horas do Rio,e nossa primeira parada é o Hotel Locanda de La Mimosa,exemplo de luxo e savoir vivre.O check in é rápido e logo vamos tomar café da manhã.A primeira percepção que se tem é de um staff qualificado e que segue todos os protocolos de segurança.A suíte ,onde nos alojamos tem piso aquecido,wifi perfeito,máquina de café nespresso e uma decoração com objetos de arte.

O café da manhã ,servido gentilmente pelo Daniel oferece produtos feitos no próprio hotel,como pães bolo ,geleias e até o espumante servido no final,tem a marca Locanda.O dia está bonito e a luz ilumina a piscina,cercada de academia,sauna,jacuzzi e uma cave com mais de 1200 rótulos,onde se pode fazer um jantar romântico,para dois.

Antes de deixar o hotel ,almoçamos no restaurante,que serve comida contemporânea e está aberto ao público.O serviço é rápido e a experiência gastronômica é um must.O estabelecimento une gastronomia de alto nível com padrão de luxo de hospedagem.Nossa segunda parada é o sítio  Humaitá,que fica em Secretário.Do hotel até la ,foram aproximadamente 45 minutos .Embora a estrada  não seja das melhores,é uma descoberta única de dois sócios  que produzem geleias,doces e mostardas,de forma artesanal,com produtos cultivados no sítio e com pessoal da região.Embora esteja fechado,por força da pandemia,fomos recebidos e com uma mesa de guloseimas ,que demonstrou afeto e profissionalismo.

Como era dia internacional do ceramista,finalizamos o dia visitando o atelier de Solange Mano,que criou a data que festeja mundialmente a cerâmica.Muito jovial,nos recebe com espumante e chocolates e nos leva para seu local de trabalho ,com show room de peças lindíssimas e onde divide sua expertise com turmas de até 3 alunos.É um novo conceito que ela vai introduzindo no município ,em Iataipava,de um circuito artístico –ceramista.

Devo confessar que volto para casa com uma imagem diferente, da minha querida Petropolis,onde passava  férias na casa de meus tios Ana Maria e Colbert ,na Ipiranga,visitava o Museu Imperial  e tinha na Catedral,uma referência da família imperial.Sim ,os produtos precisam ser diversificados e o meu roteiro ,além de inusitado uniu vários componentes da oferta turística.

Bayard Do Coutto Boiteux é professor universitário,pesquisador,funcionário público  e atualmente trabalha também no Instituto Preservale e Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ ,de forma voluntária.(www.bayardboiteux.com.br)

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